sábado, 1 de dezembro de 2007

Poesia: PT por Chiquinho Verissimo



PT


Chiquinho Verissimo*

Quando me perguntaram
“Tá vendo alguma esperança?”
Respondi “sim”.
Nossa! Parece que foi ontem!
Saudades do Henfil, da Graúna e sua turma...
Nossa! Quanta gente boa!

Aquela camiseta com a estrela vermelha
Mal desenhada, é verdade...
É que foi uma das primeiras...
Junto àquela esperança em construção.
A primeira camiseta a gente nunca esquece...
Lula-lá. Onde andará Carlito Maia?

Os tempos podem ser outros
(Destes últimos 507 anos, 26 nos pertencem. Que fique claro!)
Mas a esperança é sempre a primeira!
A pergunta continua vibrando.
Alguém a vê?
E a resposta
(com a mão esquerda na testa, aberta sobre os olhos, para que o horizonte fique mais perto),
Mais que nunca: Sim!

Os tempos serão outros.
A “pedra fundamental” está colocada,
A obra iniciada,
Feito metamorfose ambulante.
(prá que ter aquela velha opinião formada sobre tudo?)

A terra de longe é azul,
De perto é vida.
A esperança, de qualquer ponto vista,
É vermelha.
* Chiquinho Verissimo, poeta, fundador do PT Catarinense, filiado em 01/01/1981. Nosso candidato a vice-governador em 1986, com Raul Guenther. Atuou como ator com Ademir Rosa no grupo de teatro armação, em Florianópolis. Além, de militante, contribui em diversas areas de gestão municipal nas areas de cultura e projetos. Atualmente é responsavel pelo setor de desenvolvimento de projetos e captação de recursos na prefeitura de Itajai.

PT 100% dedicação apóia Luci Presidente

Encontro entre, Luci e o PT de Laguna marcam a campanha Luci Presidente. A palavra de ordem foi: " dedicar ao PT todo esforço e compromisso, no avanço da politica que, transforma a vida e a cidadania do povo Lagunense" disse Celio Antonio, prefeito de Laguna. Reforçou também, a campanha da Chapa a Esperança é Vermelha, na importancia de eleger o Companheiro Zezo e Luci no primeiro turno das eleições.

Informe Politico: Por Roberto Azevedo


6 perguntas para o Padre Pedro Baldissera


O líder da bancada petista na Assembléia, Padre Pedro Baldissera, acredita que o PT que emergirá das urnas na multiescolha de diretórios marcada para hoje, conhecida como Processo de Eleição Direta (PED), será um partido mais "pé no chão" e voltado para a sua militância. A crítica só não é mais contundente do que a feita pelo parlamentar ao governo de Luiz Henrique da Silveira (PMDB).

Sobre o governador, Padre Pedro, que também já foi prefeito de Guaraciaba, no Oeste, por duas vezes, cobra mais coerência administrativa e o cumprimento da descentralização das políticas públicas e sociais. O distanciamento dialético entre a figura do PT como sigla e o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva é a explicação dele para os acordos que a União faz com SC, onde a legenda faz oposição ferrenha. Acompanhe:


Que tipo de PT o senhor acredita que deva sair depois das eleições nos diversos diretórios neste domingo?

Padre Pedro Baldissera - Eu não tenho dúvida nenhuma que, a partir do PED, nós teremos um PT que pensa à luz dos nossos movimentos, das nossas organizações. Teremos um PT mais "pé no chão". Comprometido com a realidade e a vida do nosso povo. A candidata que eu apóio (ao diretório estadual), e com toda certeza terá o respaldo necessário para ser a nova presidente, que é a Luci (Choinacki, ex-deputada federal), tem uma identificação muito profunda com a vida, a história, a caminhada do povo e do PT.

Mas, se eventualmente, um dos outros dois candidatos, os deputados Carlito Merss e Cláudio Vignatti, vierem a vencer a eleição o senhor acredita que seria um problema para o partido?

Padre Pedro - Pessoalmente, eu vejo que a nossa militância, nossos movimentos sociais, eles todos irão dar esta direção. Então o presidente vai ter que se adequar a este novo pensar que o PT das bases vai impor, independente de quem ganhar. Sendo Vignatti ou Carlito, não há problema nenhum, pois eles também terão que fazer esta caminhada que as bases estarão propondo.

Quando o senhor fala do ressurgimento da base no PT está fazendo uma crítica ao governo de Lula a partir da ampla aliança que lhe dá governabilidade?

Padre Pedro - Eu entendo que o PT, nesse processo, distanciou-se da sua base. Ele (o partido) tirou o pé daqueles que tanto lhe deram sustentação. Então, é preciso recuperar isso. E esse PED está dando exatamente este passo. O PT, na Assembléia Legislativa, tem um papel de oposição sistemática contra o governador Luiz Henrique.

Qual é maior crítica à atual administração estadual?

Padre Pedro - O governo do Luiz Henrique tem sido o governo do faz-de-conta. Eu posso testemunhar através da própria política de descentralização. Porque não basta descentralizar a estrutura, é preciso que se descentralize as políticas para que o povo possa ter o acesso.

Dentro desta visão, quais os pontos que o PT mais diverge da administração da tríplice aliança?
Padre Pedro - Cito, por exemplo, a educação. O ensino público superior teria que ser descentralizado, como foram as secretarias regionais. Infelizmente, a educação continua centralizada no Litoral e nos maiores municípios (Joinville e Lages), através da Udesc. Assim é a saúde, que a cada dia que passa nós temos mais ambulâncias, mais ônibus vindo de todos os nossos municípios em direção à Capital. E quando nós fazemos referência à questão do Plano Plurianual (PPA) é em relação a isso. As políticas públicas e sociais mais importantes têm menos recursos locados. Aí, dou o exemplo da agricultura. Ela vai ter, nos próximos quatro anos, pouquinho mais de R$ 70 milhões.

O senhor não acredita que há um descompasso entre o que pensa o PT catarinense e a ação do Palácio do Planalto, em dar apoio a pleitos do governo de SC?

Padre Pedro - Na verdade, eu acho que é bom quando se faz a distinção entre o que é o partido e o que é o governo (Lula). Hoje, em nível nacional, é claro que a sigla, enquanto partido, tem que dar a sua posição e a sua contribuição para com o governo. Mas isso não quer dizer que seja a mesma coisa ou sejam totalmente antagônicos os comportamentos. O partido tem a sua independência, a sua atuação e a sua linha. E o governo do presidente Lula, com a grande política de aliança que ele tem feito, de coalizão, sem dúvida nenhuma muitas escolhas se dão de forma diferente do que aquilo que o PT historicamente defendeu e continua a defender.

Nota: Circulação de falso material de campanha

Nota da chapa da Fortalecer o PT
Companheiras e companheiros,

Está maldosamente circulando entre as filiadas e filiados do PT, um material de campanha para o PED 2007. O mesmo associa a nossa chapa "FORTALECER O PT" Nº. 440, com nominata completa, em conjunto com a candidatura a presidente do companheiro VIGNATTI. Sobre esse fato, em nome da coordenação estadual da nossa chapa, queremos esclarecer que:

1º - O material que está sendo distribuído não foi autorizado pela coordenação de campanha da nossa Chapa.
2º - Condenamos veementemente esta prática desesperada, que ofende a ética partidária e não contribui com o esclarecimento à militância.
3º - Na direção da verdade, no combate à boataria e à indisciplina partidária, reforçamos nosso apoio à candidatura da companheira LUCI, por entendermos que é uma candidatura que preenche, pela sua história de militância, as condições necessárias para assumir essa importante tarefa partidária. A companheira LUCI contribuirá no resgate da relação do partido com os movimentos sociais, e com o tempo disponível para a dedicação necessária
4º - A campanha está muito boa e cresceu bastante nesses últimos dias. É hora de visitarmos cada um dos nossos companheiros filiados ao PT, discutindo sobre a importância de mudarmos o PT votando:
MURILO SILVA
Pela Coordenação Estadual da Chapa
“FORTALECER O PT" Nº. 440

quinta-feira, 29 de novembro de 2007

Noticias: Luci e Fritsch, consolidam a campanha no oeste catarinense

Foto: Visita ao Gabinete do Prefeito Edgar Rorbek
28/11 - Luci e Fritsch, consolidam a campanha, visitando os municipios do Oeste Catarinense. Em Planalto Alegre, O Prefeito Edgar Rorbek recebeu com a comitiva municipal a visita da nossa candidata a Presidente Estadual Luci Choinacki e José Fritsch. Encontros foram feitos com o PT de Águas Frias, União do Oeste. Coronel Freitas. Encontro com apoiadores em Chapecó, no final da noite. Hoje, em entrevista a radio de Concórdia, pela manhã, Luci ressalta a importância do PT para a região, lembra do inicio das lutas sociais e populares e os avanços das administrações petistas nos municipios da região. "um grande salto, na melhoria de vida e dignidade da população", além, dos avanços do Governo Lula.

quarta-feira, 28 de novembro de 2007

Noticias: Margarita Zapata visita Santa Catarina

A socialista Margarita Zapatta, que é vice-presidente da Internacional Socialista Mulher e neta do guerrilheiro mexicano Emiliano Zapatta, chega hoje a Florianópolis.
Participa do Congresso Estadual da Mulher Trabalhista, cordenado pelo PDT. Margarita é presidente da fundação Emilio Zapata no México.
A fundação tem por objetivo de mater a memória de um dos mais importantes revolucionários da luta campesina latino americana, Emiliano Zapata (1879-1919).




segunda-feira, 26 de novembro de 2007

PT 100% Luta apoia Luci Presidente

Foto: Reunião em Fraiburgo, Centro de Formação (antiga creche estrelinha)
26/11 - Luci e Fritsch em campanha, visitam a militância do PT nos municipios de Videira, Ibicaré, Agua Doce e Fraiburgo debatendo o PED 2007. No encontro de Fraiburgo, o debate foi em torno da disputa ideologica e a relação com os movimentos sociais. " O papel do PT como ferramenta para organização e luta dos trabalhadores e, a modernidade e o PT " foram temas abordados. Com a presença de apoiadores do movimento dos trabalhadores rurais sem terra, das chapas esperança é vermelha e fortalecer o PT, dirigentes e militantes da micro região e do municipio.

domingo, 25 de novembro de 2007

Expresso: Quais e quantos livros de FHC vocês já leram até hoje?

Fernando Henrique Cardoso acaba de se manifestar, à margem da grande reunião tucana, da qual Aécio Neves preferiu manter afastado o senador Azeredo, por razões além de óbvias. FHC disse que Lula é um iletrado inculto que não sabe usar a língua portuguesa. E que ele, do alto de sua sabedoria e traquejo de ex-presidente, se esforçará para prestar a sua imprescindível colaboração à eleição em 2010, de alguém capaz de dominar o vernáculo. A crítica do príncipe dos sociólogos a Lula é, no mínimo, grosseira e preconceituosa. Uma análise baseada na verdade factual dirá que Lula se tornou orador convincente e que sua lida com o vernáculo supera o aceitável. E haveria de ser devidamente considerado outro aspecto da oratória do presidente-metalúrgico: ele tem o charme, certo encanto natural, de que carece FHC. E nem se diga que este é mestre da língua. De hábito, da tribuna, exibe retórica chã, comedidos vôos pelo riquíssimo vocabulário português e um poder soporífero raramente navegado. Aliás, insisto em uma pergunta aos prezados companheiros de navegação: quais e quantos livros de FHC vocês já leram até hoje?