sexta-feira, 23 de novembro de 2007

Noticias:Lançada a quinta edição da campanha pelo fim da violência contra mulheres

Foi lançada nesta terça-feira (20) a quinta edição da Campanha 16 Dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres, que visa o envolvimento da sociedade e o compromisso do governo no enfrentamento da violência.
A campanha reforça a divulgação da Lei Maria da Penha (Lei nº 11.340/06), criada em 2006 para proibir a violência doméstica e familiar contra as mulheres com base em critérios mais específicos de proteção às vítimas e de afastamento do agressor. Com folhetos, calendários, impressos e vídeos com depoimentos de mulheres agredidas, a campanha será realizada até o dia 10 de dezembro, Dia Internacional dos Direitos Humanos.
O encontro reuniu as bancadas femininas da Câmara e do Senado, representantes da ONG Agende (Agende Ações em Gênero Cidadania e Desenvolvimento), que coordena há cinco anos a campanha, e as ministras Matilde Ribeiro,da Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Racial (Seppir), e Nilcéa Freire, da Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres.
A intenção, afirmaram, é dar visibilidade especial à Lei Maria da Penha e firmar parcerias que possam estimular as denúncias das mulheres contra seus agressores. “Desde a criação da lei até agosto já foram tomadas 5,9 mil medidas de urgência provocadas por denúncias de mulheres contra a violência, entre elas apreensão de armas e afastamento do agressor do lar. Isso pode significar que 5,9 mil vidas de mulheres foram salvas”, afirmou a ministra Nilcéa Freire.
A ministra Matilde Ribeiro lembrou a data desta terça-feira, Dia Nacional da Consciência Negra, e disse que a luta engloba também o enfrentamento da violência decorrente do racismo e do preconceito. Para as deputadas petistas da bancada feminina, a Lei Maria da Penha é uma conquista feminina que “já pegou”, mas ainda enfrenta o desafio de se tornar mais conhecida tanto entre as vítimas de violência como entre aqueles que poderão julgar os agressores.
“O número de denúncias está cada vez maior. Muitas mulheres não conhecem ainda todos os avanços da lei, mas já têm notícia de que há uma lei que as protege”, afirmou a deputada Maria do Rosário (PT-RS). “A Lei Maria do Penha é uma conquista na luta e já está pegando, mas precisa ser mais divulgada, precisa também incluir cursos de conhecimento sobre o texto para juízes”, disse a deputada Maria do Carmo Lara (PT-MG).
Na avaliação da deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), a Lei Maria da Penha “pegou e está se fortalecendo”. “É preciso alertar a sociedade que a violência não começa pela violência física, mas pela violência verbal, com humilhações ou ofensas. Mulheres, denunciem!”, defendeu. Ela afirmou que, no Dia da Consciência Negra, é também importante lembrar “outro crime difundido entre a sociedade, o de trazer jovens afrodescendentes de estados distantes para trabalharem como domésticas sem registro, sem tempo de estudar, sem direitos”.
Também estavam presentes na audiência a deputada Cida Diogo (PT-RJ) e o deputado Luiz Couto (PT-PB), presidente da Comissão de Direitos Humanos. Ele afirmou que a comissão está comprometida com a campanha. “Temos de retomar e difundir o verso de que em mulher não se bate nem com uma flor”, defendeu.
Agência Informes (http://www.informes.org.br/)

quinta-feira, 22 de novembro de 2007

Fritsch e Luci fazem campanha militante no oeste catarinense


Em uma campanha no Oeste Catarinense. Nos dias 21 e 22 foram visitados mais de 10 municipios, Fritsch e Luci debateram a politica e as perspectivas presentes e futuras do PT, recebendo apoio e desafiando as lideranças e militantes do nosso partido a enganjarem em nossa jornada e compromisso militante. " isto faz toda a diferença, o contato, o diálogo e a relação direta, o PT necessita de cuidado e atenção às suas bases"; "não somos partido de cabos eleitorais, fomos forjados na luta e na consciencia politica, não estamos à disposição à qualquer proposta, somos ainda, o Partido da diferença". "queremos respeito com a nossa história de luta", expressões de militantes nos encontrontos.

quarta-feira, 21 de novembro de 2007

Consciência Negra: Capoeira, arena de refúgio, resistência e liberdade!


“O que me preocupa não é o grito dos violentos,

é o silêncio dos bons." Martin Luther King.

A questão racial deve estar na essência da nossa política partidária. A luta pela consciência negra é uma luta contra o “mito da igualdade racial” que camufla os conflitos de raça no Brasil. Isto significa uma construção política que, contemple a visão, a cultura, o gingado da comunidade afro-descendente.

Construir uma política racial é essencialmente produzir rupturas com o preconceito de classe e raça, com a exploração, com a discriminação, o racismo. É estabelecer as condições para romper com os sistemas e ordem de exploração, é lutar pelo socialismo.

Essa luta só tem sentido e solidez, se é feita em uma arena própria com a organização e massificação da consciência negra, isso é, na capoeira. Significa enfrentar o estado, romper com a cultura economicista das compensações, afirmar a cultura negra e lutar pela justiça e diversidade.

O Partido dos Trabalhadores necessita avançar no debate ideológico e, apontar uma nova referência, incluindo, a questão étnica como um dos eixos centrais na estratégia de poder e transformação da sociedade brasileira. Estruturar o setorial de combate ao racismo como elemento central da política partidária. Atuar na organização e mobilização constante, buscando a consolidação de políticas de estado como: demarcação e legalização das terras quilombolas; na educação, a inclusão da historia afro-brasileira entre outras e importantes políticas afirmativas.

Muito Axé,

Campanha Luci Presidente

Noticias: Shows e passeatas marcam o Dia da Consciência Negra

Dia lembra a morte de Zumbi dos Palmares

Agência Estado
José Luis da Conceição/AE

SÃO PAULO - Em homenagem ao dia da Consciência Negra, nesta terça-feira, 20, várias marchas foram organizadas em São Paulo. Além disso, estão programados shows e eventos na cidade durante todo o dia de feriado. A ONG Educafro fez uma passeata em direção ao Hospital Beneficência Portuguesa, na região central, para incentivar a doação de sangue. Na Avenida Paulista, manifestantes organizam uma passeata que irá até a Praça da Sé, no Centro da capital.
A Praça da Sé reúne as principais atividades gratuitas desta terça, que é feriado na capital paulista e em alguns municípios do Estado. Para às 12 horas, estava marcada a apresentação do grupo afro-baiano Ilê Ayiê, que abre a tarde de shows. Depois, estão programadas as apresentações de MV Bill, Rappin Hood e da banda francesa Saian Supa Crew.

Sandra de Sá encerra a tarde de shows e, a partir das 19 horas, Martinho da Vila se apresenta ao lado de Fabiana Cozza. Patrícia Liberato, Poetas da Cooperifa e a atriz Zezé Motta vão apresentar os shows, que também terão a presença dos DJs Eduardo Brechó e K. L. Jay.

A data de 20 de novembro foi escolhida como o Dia da Consciência Negra por marcar a morte de Zumbi dos Palmares. Em 20 de novembro de 1695, o líder quilombola foi morto após ter sido denunciado por um companheiro e capturado pelos portugueses, dando fim ao Quilombo dos Palmares, em Alagoas, que abrigou mais de 30 mil escravos.

Em 2003, a lei 10.639, sancionada pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, estabeleceu a data como parte do calendário escolar brasileiro. A mesma lei tornou obrigatório o ensino de História e Cultura Afro-Brasileira.

terça-feira, 20 de novembro de 2007

Noticias: Dia da Consciência Negra lembra violência contra mulher


Dia da Consciência Negra lembra violência contra mulher

O Dia da Consciência Negra, comemorado hoje, será celebrado com o lançamento antecipado da campanha "16 dias de Ativismo pelo Fim da Violência contra as Mulheres". Em 135 países, a campanha será realizada de 25 de novembro a 10 de dezembro, com o apoio da Organização das Nações Unidas (ONU). No Brasil, o lançamento ocorrerá hoje, às 17 horas, no Salão Nobre do Congresso.A deputada Janete Pietá (PT-SP) destaca a importância de discutir a violência contra a mulher no Dia da Consciência Negra. Ela lembra pesquisas que mostram que as mulheres recebem menos que os homens, mesmo executando funções semelhantes. Pietá enfatiza que a mulher negra ainda recebe menos que a mulher branca.Estatuto da Igualdade Racial As atividades para lembrar o dia da Consciência Negra se estendem até a próxima semana. No dia 26, às 10 horas, será realizada uma comissão geral no plenário da Câmara para discutir o Estatuto da Igualdade Racial (PL 6264/05).O coordenador da Frente Parlamentar em Defesa da Igualdade Racial, deputado Carlos Santana (PT-RJ), afirma que essa é a proposta mais importante em tramitação na Casa. "Para nós afrodescendentes, é no estatuto que vamos discutir a saúde de negros e negras, a questão cultural, a tolerância religiosa." O parlamentar também ressaltou a importância das cotas, não apenas nas universidades, mas também no emprego. E citou como exemplo a gerência de empresas e órgãos estatais, "onde há poucos negros nos cargos mais importantes". Além do Estatuto, deputados que participam do movimento negro também defendem a aprovação da PEC 536/07, que cria um fundo de promoção da igualdade racial, e do projeto 330/07, que torna o dia da Consciência Negra feriado nacional.

Noticias: Semana da Consciência Negra


Atos ecumênicos marcam passagem do Dia da Consciência Negra no Rio

Aline Beckstein Repórter da Agência Brasil

Rio de Janeiro - A tradição da religião africana ritmada pelo som dos atabaques marcou a abertura das comemorações do Dia da Consciência Negra, no Rio de Janeiro. O som do bloco Afoxé Filhos de Gandhi, que mistura tradições africanas com elementos indianos, marcou a festa.
As comemorações contaram com atos ecumênicos, reunindo praticantes de religiões de origem africana, cristã e orientais. Os eventos estão sendo realizados no monumento a Zumbi dos Palmares, erguido há 21 anos no centro do Rio de Janeiro.
O Rio de Janeiro foi o primeiro município do país a decretar o Dia da Consciência Negra como feriado, em 1999. Atualmente mais de 260 municípios brasileiros já adotam o 20 de novembro como feriado.
A data seria um contraponto ao 13 de maio, quando foi decretada a abolição da escravatura, segundo militantes do movimento negro.
"A abolição da escravatura é um dia mais espiritualista, quando comemoramos o Dia dos Pretos Velhos. O dia 20 de novembro tem muito mais peso para a cultura negra, porque marca a data do assassinato e da luta de Zumbi dos Palmares. Na verdade, a abolição foi uma solução para os portugueses, para o negro não, que acabou indo para os morros e para as palafitas", disse a maestro do coral Iyun Orin Olorun, Claudecir Francisco.
O marinheiro João Cândido, líder da revolta da Chibata, em 1910, também foi lembrado. A assessora da Secretaria de Cultura do Rio, Néia Daniel, anunciou que nesta quinta-feira (22) será inaugurado um monumento ao Almirante Negro.
Passados quase 100 anos da revolta, João Cândido, que morreu sem patente, nunca foi anistiado.
"João Cândido forçou o governo a reconhecer e tratar com humanidade os marinheiros, ajudando a acabar com a chibata. Ele morreu aos 89 anos, ainda perseguido. Foi expulso da Marinha e nunca teve seus direitos políticos reconhecidos", lembrou Néia Daniel.

István Mészáros recebeu uma homenagem do MST

O pensador marxista István Mészáros recebeu uma homenagem do MST em visita à Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), no último domingo, dia 18/11. O pensador dá palestra em Santa Catarina, no Auditório da Reitoria da UFSC, nesta terça-feira 20/11 às 18h30.
Na Escola, que fica Guararema, no interior de São Paulo, Mészáros plantou uma árvore de mogno para deixar a marca da sua visita. Em uma breve exposição, o filósofo húngaro disse que os laços associativos dos integrantes do movimento são o germe para a construção de um sociedade com igualdade e liberdade.

Na cerimônia, Geraldo Gasparin, da coordenação da ENFF, destacou a importância da obra do pensador para a compreensão da sociedade e na luta socialista.Mészáros também autografou uma coleção de livros para a biblioteca da Escola Nacional Florestan Fernandes e manifestou apoio à campanha dos livros do Movimento.

O filósofo é autor de A teoria da alienação em Marx (1970), O poder da ideologia (1989) e de Para além do capital - Rumo a uma teoria da transição (1995), obra considerada a continuação de O Capital, de Karl Marx. O filósofo está entre os mais importantes intelectuais marxistas da atualidade, é professor emérito da Universidade de Sussex, na Inglaterra. Ligado à chamada Escola de Budapeste, um grupo de filósofos húngaros, Mészáros é discípulo de Georg Lukács, que teve grande importância no cenário intelectual do século 20.

segunda-feira, 19 de novembro de 2007

Juventude: Luci participa do Encontro dos 25 anos da Pastoral da Juventude


Com mais de 15 mil jovens de todo estado, Luci participou da celebração dos 25 anos da Pastoral de Juvenude Católica, ontem 18/11 em Ituporanga. Recebeu apoio de clérigos catolicos e lideranças da juventude militantes do Partido dos Trabalhadores. Acompanhada pelo Deputado Estadual Pedro Baldissera , reforçou a perspectiva e importância de continuar desenvolvendo uma politica para a Juventude do nosso estado. Participaram do evento, os companheiros (as) das chapas que apoiam a candidadura de Luci, Helena Casagrande (coordenadora estadual da Pastoral de Juventude)Jucimara Tomas , Eduardo Foscheira, Jaques Antonio, Roberto Bonemberg e Nilton Fronza.